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# Entenda consentimento e opt-in

> Como a Cliqo registra a autorização de cada contato, por canal — e por que importar planilha nunca vira opt-in sozinha.

Consentimento, na Cliqo, não é uma caixinha marcada — é um **registro com prova**: quem autorizou, para qual canal, quando e por onde. Este artigo explica como esse registro funciona e o que cada origem de contato destrava.

## Consentimento é por canal

E-mail e WhatsApp são autorizações **separadas**. Um contato pode aceitar e-mail e não aceitar WhatsApp; descadastrar de um canal não remove o outro. Na ficha do contato (o painel que abre ao clicar num contato, seção **Consentimento**), você vê o estado de cada canal (**Email · marketing** e **WhatsApp · marketing**), e o descadastro em um clique do Gmail revoga **só o e-mail** — foi isso que a pessoa pediu.

## O que a Cliqo registra

Para cada consentimento: o canal, a data, e a **origem** — formulário dentro do e-mail, pop-up da loja, cadastro manual, importação, checkout. Esse rastro existe porque a LGPD pede prova de como a autorização foi obtida, e no WhatsApp a Meta coloca o ônus da prova em quem envia: um opt-in que você não consegue comprovar é um opt-in que você não tem.

**Papéis**: você (a marca) é o controlador dos dados; a Cliqo opera em seu nome e mantém o registro de proveniência.

## O que vale como opt-in

| Origem | Gera opt-in? |
| - | - |
| Formulário dentro do e-mail (AMP) | ✅ Sim — de e-mail, ao enviar o formulário com o endereço; de WhatsApp, só com a caixa de WhatsApp marcada |
| Pop-up da loja | ✅ Sim — e-mail e WhatsApp são caixas separadas, ambas desmarcadas por padrão |
| Cadastro manual com a caixa de consentimento marcada | ✅ Sim |
| Compra na loja (checkout) | ✅ De e-mail, quando a loja informa que o cliente aceitou a newsletter. Mensagens de utilidade do próprio pedido não dependem de opt-in |
| **Importação de planilha** | ❌ **Nunca sozinha** — só com a sua declaração no passo 3 da importação, registrada como sua |

## Por que importação nunca é opt-in sozinha

Um arquivo CSV não prova nada — qualquer lista comprada chegaria como "autorizada". Na importação, o que você faz é **declarar** o estado da base: se ela já era opt-in na sua ferramenta anterior, essa declaração destrava o envio de marketing (e fica registrada como sua declaração, com data). O que a importação não faz, de propósito: não dispara sozinha o fluxo de boas-vindas — contato importado não é contato que acabou de se cadastrar — e não cria opt-in silencioso para quem não tinha.

Para WhatsApp, a régua da declaração é mais alta: marque **WhatsApp marketing** apenas se você tem a prova de cada autorização. Bloqueios e denúncias derrubam a nota do seu número na Meta — e isso limita seus envios futuros.

## E-mail vs WhatsApp na prática

* **E-mail**: sua base atual de clientes com opt-out visível em todo envio é base legítima. O risco de errar é baixo — a pessoa se descadastra.
* **WhatsApp**: **marketing exige opt-in explícito e registrado**. A exceção são mensagens de **utilidade** ligadas a um pedido do próprio cliente (confirmação, entrega, pagamento). O risco de errar é alto: quem recebe sem ter pedido bloqueia, e bloqueio derruba a qualidade do número. Em qualquer envio, **"SAIR" é honrado na hora** — o motor reconhece as variações (parar, stop, cancelar, descadastrar).

## Artigos relacionados

* [Como importar contatos](https://docs.cliqo.io/pt-BR/gestao-de-dados/importar-contatos.md)
* [Opt-in e consentimento para WhatsApp](https://docs.cliqo.io/pt-BR/whatsapp/opt-in.md)


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